Livro, Artefacto e Desenho 'Barro Essencial' (feito com barro e pó, misturado com água e médium acrílico)
Marta Castelo
FBAUL
Escultura
s/título, tijolos cozidos, tijolos crús e grés. Dimensões variáveis. 2013. Créditos da imagem Marta Castelo
Desenhos de tijolo e barro sobre fundo preto. Instalação. Barros diversos e cerâmica. Dimensões variáveis. Oficinas de Cerâmica e da Terra (OCT), Montemor-o-Novo, 2015. Créditos da imagem Marta Castelo
Barro Essencial (série). Desenho. Barros diversos e medium acrílico sobre papel. 42 x 29,7 cm. 2019. Créditos da imagem Marta Castelo
×
Métodos; Novos Conceitos; Obras de Arte Conexas;
Barro essencial : uma investigação sobre a génese da criação artística
O gesto de modelação dos barros/pastas cerâmicas e do desenho em terra sugere movimentos fluídos e institivos que se afastam sucessivamente dos referentes à medida que a investigação artística prossegue. Os objectos epistémicos aqui apresentados correspondem a este culminar de aproximação à natureza do 'barro essencial' enquanto 'physis', e, por oposição, a relação tensional com o barro cozido e a sua respectiva dimensão construtiva e técnica. Do ponto de vista metodológico, Marta Castelo desenvolve uma prática reflexiva que integra a) o enquadramento conceptual com outros autores, com particular ênfase no enquadramento histórico e filosófico da temática; b) o próprio processo artístico.
Barro; Cerâmica; Construção; Escultura; Desenho; Physis; Tekhne;
2020
Livro, Artefacto e Desenho 'Barro Essencial' (feito com barro e pó, misturado com água e médium acrílico)
Marta Castelo
FBAUL
Escultura
s/título, tijolos cozidos, tijolos crús e grés. Dimensões variáveis. 2013. Créditos da imagem Marta Castelo
Desenhos de tijolo e barro sobre fundo preto. Instalação. Barros diversos e cerâmica. Dimensões variáveis. Oficinas de Cerâmica e da Terra (OCT), Montemor-o-Novo, 2015. Créditos da imagem Marta Castelo
Barro Essencial (série). Desenho. Barros diversos e medium acrílico sobre papel. 42 x 29,7 cm. 2019. Créditos da imagem Marta Castelo
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Métodos; Novos Conceitos; Obras de Arte Conexas;
Barro essencial : uma investigação sobre a génese da criação artística
O gesto de modelação dos barros/pastas cerâmicas e do desenho em terra sugere movimentos fluídos e institivos que se afastam sucessivamente dos referentes à medida que a investigação artística prossegue. Os objectos epistémicos aqui apresentados correspondem a este culminar de aproximação à natureza do 'barro essencial' enquanto 'physis', e, por oposição, a relação tensional com o barro cozido e a sua respectiva dimensão construtiva e técnica. Do ponto de vista metodológico, Marta Castelo desenvolve uma prática reflexiva que integra a) o enquadramento conceptual com outros autores, com particular ênfase no enquadramento histórico e filosófico da temática; b) o próprio processo artístico.
Barro; Cerâmica; Construção; Escultura; Desenho; Physis; Tekhne;
2020
Protocolos específicos de assemblagem, readymade e acumulação de objectos museológicos
Ana Pérez e Quiroga
Colégio das Artes da Universidade de Coimbra
Arte Contemporânea
Homepage do Website da Artista. Créditos da Imagem Ana Perez e Quiroga
Homepage do Website da Artista. Créditos da Imagem Ana Perez e Quiroga
Homepage do Website da Artista. Créditos da Imagem Ana Perez e Quiroga
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Argumentação; Objecto Final;
Breviário do Quotidiano #8 - os regimes acumulativos dos objetos e as suas determinantes
O objecto epistémico seleccionado consiste na faceta plástica/material e digital do corpus de trabalho da artista. O foco de investigação é o próprio quotidiano da artista-mulher, um processo de trabalho que se desvela na incorporação do objectos que compõem a sua casa, nas conversas informais em casa sobre a arte-vida e na imersão no espaço habitado da artista: através da visita ao seu espaço de intimidade, 'a casa' (um acto duplamente performativo e instalativo) e, por outro, através de uma plataforma digital - anaperezquirogahome.com - na qual se aluga o imóvel da artista, se participa num jantar e se adquirem fotografias que catalogam os objectos do quotidiano. Aqui, a arte-vida fundem-se enquanto elementos fundamentais do seu pensar e fazer artístico.
Espaço Doméstico; Feminismo; Instalação; Plataformas Digitais; Performance; Processo autobiográfico; Readymade;
2017
Protocolos específicos de assemblagem, readymade e acumulação de objectos museológicos
Ana Pérez e Quiroga
Colégio das Artes da Universidade de Coimbra
Arte Contemporânea
Homepage do Website da Artista. Créditos da Imagem Ana Perez e Quiroga
Homepage do Website da Artista. Créditos da Imagem Ana Perez e Quiroga
Homepage do Website da Artista. Créditos da Imagem Ana Perez e Quiroga
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Argumentação; Objecto Final;
Breviário do Quotidiano #8 - os regimes acumulativos dos objetos e as suas determinantes
O objecto epistémico seleccionado consiste na faceta plástica/material e digital do corpus de trabalho da artista. O foco de investigação é o próprio quotidiano da artista-mulher, um processo de trabalho que se desvela na incorporação do objectos que compõem a sua casa, nas conversas informais em casa sobre a arte-vida e na imersão no espaço habitado da artista: através da visita ao seu espaço de intimidade, 'a casa' (um acto duplamente performativo e instalativo) e, por outro, através de uma plataforma digital - anaperezquirogahome.com - na qual se aluga o imóvel da artista, se participa num jantar e se adquirem fotografias que catalogam os objectos do quotidiano. Aqui, a arte-vida fundem-se enquanto elementos fundamentais do seu pensar e fazer artístico.
Espaço Doméstico; Feminismo; Instalação; Plataformas Digitais; Performance; Processo autobiográfico; Readymade;
2017
"Corpo Documental"
Soraya Vasconcelos
Univesidade do Algarve - Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Cultura, Comunicação e Artes
Corpo Documental. 2014. Créditos da Imagem Soraya Vasconcelos
Corpo Documental. 2014. Créditos da Imagem Soraya Vasconcelos
Corpo Documental. 2014. Créditos da Imagem Soraya Vasconcelos
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Conceitos visuais; Objecto Final;
Afecto - Oscilógrafo do Sentido
O objecto epistémico seleccionado consiste no mapeamento de uma secção documental que explora visualmente e através da palavra - legenda comentada dos elementos visuais que incute sentido à imagem - o processo constelativo e rizomático da sua investigação artística. Soraya Vasconcelos partilha este corpo sensível que se aproxima do pensamento artístico de livre curso, ao invés de um discurso organizado em árvore, linear, cronológico e hierárquico. A tese é também representativa desta descentralização e interconexão que integra múltiplos caminhos e uma pluralidade de significados.
Afecto; Mapeamento; Processo Criativo; Rizoma; Sentido;
2014
"Corpo Documental"
Soraya Vasconcelos
Univesidade do Algarve - Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Cultura, Comunicação e Artes
Corpo Documental. 2014. Créditos da Imagem Soraya Vasconcelos
Corpo Documental. 2014. Créditos da Imagem Soraya Vasconcelos
Corpo Documental. 2014. Créditos da Imagem Soraya Vasconcelos
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Conceitos visuais; Objecto Final;
Afecto - Oscilógrafo do Sentido
O objecto epistémico seleccionado consiste no mapeamento de uma secção documental que explora visualmente e através da palavra - legenda comentada dos elementos visuais que incute sentido à imagem - o processo constelativo e rizomático da sua investigação artística. Soraya Vasconcelos partilha este corpo sensível que se aproxima do pensamento artístico de livre curso, ao invés de um discurso organizado em árvore, linear, cronológico e hierárquico. A tese é também representativa desta descentralização e interconexão que integra múltiplos caminhos e uma pluralidade de significados.
Afecto; Mapeamento; Processo Criativo; Rizoma; Sentido;
2014
Catálogo 'Meio Concreto' 2013, Fundação de Serralves
Alexandre Estrela
FBAUL
Multimédia
Capa do Catálogo 'Meio Concreto', desenvolvido no contexto da investigação de doutoramento do artista e lançado no âmbito da exposição "Alexandre Estrela: Meio Concreto", 2013. Edição Fundação de Serralves.
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Argumentação; Documento Tese; Métodos; Novos Conceitos;
Viagem ao meio : meio concreto
O objecto epistémico seleccionado representa a antítese e confronto académico de base teórica tradicional, sendo assim importante para refletir sobre os discursos de um doutoramento em artes. Num contexto de investigação académica, onde a partilha de argumentos e processos subjacentes à criação artística são 'status quo', o autor coloca em discussão o papel do artista e a definição de arte como um campo de estudo/ investigação, afirmando que a arte não se explica, que a sentimos, e que as palavras/argumentos nada podem acrescentar.
Antítese académica; Autonomia artística;
2016
Catálogo 'Meio Concreto' 2013, Fundação de Serralves
Alexandre Estrela
FBAUL
Multimédia
Capa do Catálogo 'Meio Concreto', desenvolvido no contexto da investigação de doutoramento do artista e lançado no âmbito da exposição "Alexandre Estrela: Meio Concreto", 2013. Edição Fundação de Serralves.
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Argumentação; Documento Tese; Métodos; Novos Conceitos;
Viagem ao meio : meio concreto
O objecto epistémico seleccionado representa a antítese e confronto académico de base teórica tradicional, sendo assim importante para refletir sobre os discursos de um doutoramento em artes. Num contexto de investigação académica, onde a partilha de argumentos e processos subjacentes à criação artística são 'status quo', o autor coloca em discussão o papel do artista e a definição de arte como um campo de estudo/ investigação, afirmando que a arte não se explica, que a sentimos, e que as palavras/argumentos nada podem acrescentar.
Antítese académica; Autonomia artística;
2016
Maquete Study 'A tendency to Forget', 2012 e Filme 'Adventures in Mozambique and the Portuguese Tendency To Forget', 2016
Ângela Ferreira
FBAUL
Escultura
Maquete 'A Tendency to Forget' (espaço para projeção de filmes), 2012, (21 x 28 cm). Créditos da Imagem Ângela Ferreira
Maquete 'A Tendency to Forget' (espaço para projeção de filmes), 2012, (21 x 28 cm). Créditos da Imagem Ângela Ferreira
Filme 'Adventures in Mozambique and the Portuguese Tendency To Forget', 2016, disponível em: https://loop-barcelona.com/videocloop/video/angela-ferreira/
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Argumentação; Objecto Final;
O discurso artístico como dispositivo de inovação na discussão do após pós-colonialismo
Os objectos epistémicos (OE) seleccionados: A Maquete Study 'A tendency to Forget', 2015 e o Filme 'Adventures in Mozambique and the Portuguese Tendency To Forget', 2016 são formas de materialização da investigação artística de Ângela Ferreira através de um modelo processual. Estes OE são parte constituinte de uma instalação multimédia que convida o espectador a habitar o espaço, articulando-se fotografia, arquitetura, escultura e filmagens de arquivo. A obra reflecte criticamente sobre a vida e o trabalho dos antropólogos Jorge e Margot Dias, que estudaram o povo Makonde no norte de Moçambique e foram reconhecidos internacionalmente nos anos 1960 e 1970. A investigação do artista revela a agenda política oculta destes antropólogos e a sua aliança com o regime de Salazar, questionando a cumplicidade entre antropologia e colonialismo.
Antropologia; Escultura; Etnografia; Pós-colonialismo;
2016
Maquete Study 'A tendency to Forget', 2012 e Filme 'Adventures in Mozambique and the Portuguese Tendency To Forget', 2016
Ângela Ferreira
FBAUL
Escultura
Maquete 'A Tendency to Forget' (espaço para projeção de filmes), 2012, (21 x 28 cm). Créditos da Imagem Ângela Ferreira
Maquete 'A Tendency to Forget' (espaço para projeção de filmes), 2012, (21 x 28 cm). Créditos da Imagem Ângela Ferreira
Filme 'Adventures in Mozambique and the Portuguese Tendency To Forget', 2016, disponível em: https://loop-barcelona.com/videocloop/video/angela-ferreira/
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Argumentação; Objecto Final;
O discurso artístico como dispositivo de inovação na discussão do após pós-colonialismo
Os objectos epistémicos (OE) seleccionados: A Maquete Study 'A tendency to Forget', 2015 e o Filme 'Adventures in Mozambique and the Portuguese Tendency To Forget', 2016 são formas de materialização da investigação artística de Ângela Ferreira através de um modelo processual. Estes OE são parte constituinte de uma instalação multimédia que convida o espectador a habitar o espaço, articulando-se fotografia, arquitetura, escultura e filmagens de arquivo. A obra reflecte criticamente sobre a vida e o trabalho dos antropólogos Jorge e Margot Dias, que estudaram o povo Makonde no norte de Moçambique e foram reconhecidos internacionalmente nos anos 1960 e 1970. A investigação do artista revela a agenda política oculta destes antropólogos e a sua aliança com o regime de Salazar, questionando a cumplicidade entre antropologia e colonialismo.
Antropologia; Escultura; Etnografia; Pós-colonialismo;
2016
"Since We #2", Stencil, Montagem em Farinha, 2014
Filipa Cruz
Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto
Artes Plásticas
Detalhe de 'Since We #2", Stencil, Montagem em Farinha, 2014. Créditos da Imagem Filipa Cruz
Detalhe de 'Since We #2", Stencil, Montagem em Farinha, 2014. Créditos da Imagem Filipa Cruz
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Argumentação; Documento Tese; Conceitos Visuais
Tudo o que te queria dizer: A indefinição, ilegibilidade, invisibilidade e insuficiência da linguagem na prática artística
O objecto epistémico selecionado consiste na materialização de uma obra da artista, na qual textos poéticos e matérias orgânicas efémeras (neste caso, a farinha) expõem o seu posicionamento no limite entre o plano da imagem e da palavra. O tema de investigação e respectiva tese centram-se na contribuição do trabalho de outros autores na prática autoral da artista, na penetração do texto nas artes plásticas, na sua intradutibilidade, ou na impossibilidade da obra se 'dissecar' analiticamente do ponto de vista académico.
Intradutibilidade; Linguagem; Palavra / Imagem; Sujeito;
2015
"Since We #2", Stencil, Montagem em Farinha, 2014
Filipa Cruz
Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto
Artes Plásticas
Detalhe de 'Since We #2", Stencil, Montagem em Farinha, 2014. Créditos da Imagem Filipa Cruz
Detalhe de 'Since We #2", Stencil, Montagem em Farinha, 2014. Créditos da Imagem Filipa Cruz
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Argumentação; Documento Tese; Conceitos Visuais
Tudo o que te queria dizer: A indefinição, ilegibilidade, invisibilidade e insuficiência da linguagem na prática artística
O objecto epistémico selecionado consiste na materialização de uma obra da artista, na qual textos poéticos e matérias orgânicas efémeras (neste caso, a farinha) expõem o seu posicionamento no limite entre o plano da imagem e da palavra. O tema de investigação e respectiva tese centram-se na contribuição do trabalho de outros autores na prática autoral da artista, na penetração do texto nas artes plásticas, na sua intradutibilidade, ou na impossibilidade da obra se 'dissecar' analiticamente do ponto de vista académico.
Intradutibilidade; Linguagem; Palavra / Imagem; Sujeito;
2015
Excertos de tese. Capítulos: "Is art Academic?" (pp. 84-86), "Concept... What's up with that?" (pp. 106-118)
Richard Meitner
FBAUL
Escultura
Capa da Tese 'Art at the court of science : in other words', Richard Meitner
Excerto da Tese 'Art at the court of science : in other words', Richard Meitner, 2016.
Excerto da Tese 'Art at the court of science : in other words', Richard Meitner, 2016.
Excerto da Tese 'Art at the court of science : in other words', Richard Meitner, 2016.
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Argumentaçao; Documento Tese; Novos Conceitos;
Art at the court of science : in other words
Os excertos da tese de Richard Meitner selecionados para este objeto epistémico representam o confronto com o academicismo no contexto doutoral. Com base na sua prática artística (a qual é desenvolvida muitas vezes em parceria com cientistas - contexto laboratorial, unidade de investigação VICARTE), o autor afirma a independência da arte e diferencia-a da ciência: a arte existe enquanto intuição e emoção; por outro lado, a ciência procura explicar o mundo. Ambos tentam compreender o Universo, mas expressam-no de formas distintas. No contexto, o autor afirma a impossibilidade do pensamento objectivo em arte e critica a premissa/obrigatoriedade da adopção de um conceito como base de investigação artística.
Antítese académica; Arte e Ciência; Autonomia artística;
2016
Excertos de tese. Capítulos: "Is art Academic?" (pp. 84-86), "Concept... What's up with that?" (pp. 106-118)
Richard Meitner
FBAUL
Escultura
Capa da Tese 'Art at the court of science : in other words', Richard Meitner
Excerto da Tese 'Art at the court of science : in other words', Richard Meitner, 2016.
Excerto da Tese 'Art at the court of science : in other words', Richard Meitner, 2016.
Excerto da Tese 'Art at the court of science : in other words', Richard Meitner, 2016.
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Argumentaçao; Documento Tese; Novos Conceitos;
Art at the court of science : in other words
Os excertos da tese de Richard Meitner selecionados para este objeto epistémico representam o confronto com o academicismo no contexto doutoral. Com base na sua prática artística (a qual é desenvolvida muitas vezes em parceria com cientistas - contexto laboratorial, unidade de investigação VICARTE), o autor afirma a independência da arte e diferencia-a da ciência: a arte existe enquanto intuição e emoção; por outro lado, a ciência procura explicar o mundo. Ambos tentam compreender o Universo, mas expressam-no de formas distintas. No contexto, o autor afirma a impossibilidade do pensamento objectivo em arte e critica a premissa/obrigatoriedade da adopção de um conceito como base de investigação artística.
Antítese académica; Arte e Ciência; Autonomia artística;
2016
Estórias do livro de artista em 29 fascículos
Ana João Romana
Univesidade do Algarve - Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Cultura, Comunicação e Artes
Estórias do Livro de Artista em 29 fascículos (2000/2016), 2017. Créditos da imagem Ana João Romana
×
Objecto Final; Obras de Arte Conexas;
PUBLICAR A ESTÓRIA/HISTÓRIA DO LIVRO DE ARTISTA EM PORTUGAL
O presente objecto epistémico (OE) consiste numa colecção de 29 fascículos com entrevistas realizadas a artistas, editores, livreiros, colecionadores, curadores e bibliotecários sobre a temática do livro de artista em Portugal no século XXI: colecção que é simultaneamente um livro de artista e um guia de referência sobre a temática. Este OE é uma parte consubstancial de sistematização da investigação de doutoramento da autora, não tendo sido publicado à posteriori, mas inserido na própria investigação, tornando-a pública através do livro e de uma exposição (instalação/sala de leitura). Em termos metodológicos, a concepção deste OE reflecte a parte empírica da investigação, sendo possível na tese aceder à base teórica tradicional (com revisão de literatura centrada no tema em questão).
Arte contemporânea; Arte moderna; Estória / História; Livro de artista;
2017
Estórias do livro de artista em 29 fascículos
Ana João Romana
Univesidade do Algarve - Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Cultura, Comunicação e Artes
Estórias do Livro de Artista em 29 fascículos (2000/2016), 2017. Créditos da imagem Ana João Romana
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Objecto Final; Obras de Arte Conexas;
PUBLICAR A ESTÓRIA/HISTÓRIA DO LIVRO DE ARTISTA EM PORTUGAL
O presente objecto epistémico (OE) consiste numa colecção de 29 fascículos com entrevistas realizadas a artistas, editores, livreiros, colecionadores, curadores e bibliotecários sobre a temática do livro de artista em Portugal no século XXI: colecção que é simultaneamente um livro de artista e um guia de referência sobre a temática. Este OE é uma parte consubstancial de sistematização da investigação de doutoramento da autora, não tendo sido publicado à posteriori, mas inserido na própria investigação, tornando-a pública através do livro e de uma exposição (instalação/sala de leitura). Em termos metodológicos, a concepção deste OE reflecte a parte empírica da investigação, sendo possível na tese aceder à base teórica tradicional (com revisão de literatura centrada no tema em questão).
Arte contemporânea; Arte moderna; Estória / História; Livro de artista;
2017
Vídeo-Performance 'Semiótica da Gravidez'. Documento da tese.
Mariana do Vale-Gomes
Colégio das Artes da Universidade de Coimbra
Arte Contemporânea
Still Frame de vídeo-performance 'Semiótica da Gravidez'. Disponível em: https://vimeo.com/426382825/9f58ab8ea9
Página da Tese 'Fértil: A reprodução como performance', de Mariana do Vale Gomes.
Página da Tese 'Fértil: A reprodução como performance', de Mariana do Vale Gomes.
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Documento Tese; Métodos; Obras de Arte Conexas; Objecto Final
Fértil - A Reprodução como Performance
O objecto epistémico selecionado consiste na tese de Mariana do Vale Gomes, representativo por si só de uma escrita performativa autobiográfica e de um pensamento crítico em relação às metodologias comuns/tradicionais de um contexto académico. Neste documento, é expresso o processo de reprodução assistida da própria artista, articulando-se: a) o seu registo procedimental; b) a escrita performativa com reflexões autobiográficas e enquadramento/articulação conceptual com outros autores; c) o registo das performances da artista sobre a temática.
Escrita Performativa; Performance; Corpo; Feminismo; Processo Autobiográfico; Reprodução;
2022
Vídeo-Performance 'Semiótica da Gravidez'. Documento da tese.
Mariana do Vale-Gomes
Colégio das Artes da Universidade de Coimbra
Arte Contemporânea
Still Frame de vídeo-performance 'Semiótica da Gravidez'. Disponível em: https://vimeo.com/426382825/9f58ab8ea9
Página da Tese 'Fértil: A reprodução como performance', de Mariana do Vale Gomes.
Página da Tese 'Fértil: A reprodução como performance', de Mariana do Vale Gomes.
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Documento Tese; Métodos; Obras de Arte Conexas; Objecto Final
Fértil - A Reprodução como Performance
O objecto epistémico selecionado consiste na tese de Mariana do Vale Gomes, representativo por si só de uma escrita performativa autobiográfica e de um pensamento crítico em relação às metodologias comuns/tradicionais de um contexto académico. Neste documento, é expresso o processo de reprodução assistida da própria artista, articulando-se: a) o seu registo procedimental; b) a escrita performativa com reflexões autobiográficas e enquadramento/articulação conceptual com outros autores; c) o registo das performances da artista sobre a temática.
Escrita Performativa; Performance; Corpo; Feminismo; Processo Autobiográfico; Reprodução;
2022
"Objecto Censurado", 2008/2011 madeira de pinho, pregos, tinta spray e cola branca; Documento da Tese
Rute Ribeiro Rosas
Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto
Artes Plásticas
"Objecto Censurado", 2008/2011 madeira de pinho, pregos, tinta spray e cola branca; Documento da Tese. Créditos da Imagem Rute Rosas
Capa da Tese 'A Autocensura como Agente Poético Processual da Criação Escultórica - Projectos, Processos e Práticas Artísticas', Rute Rosas, 2011.
Excerto da Tese 'A Autocensura como Agente Poético Processual da Criação Escultórica - Projectos, Processos e Práticas Artísticas', Rute Rosas, 2011.
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Documento Tese; Métodos; Obras de Arte Conexas; Objecto Final
A Autocensura como Agente Poético Processual da Criação Escultórica - Projectos, Processos e Práticas Artísticas
Os objectos epistémicos selecionados consistem na própria tese-obra e na materialização de uma escultura. Aqui, o limite entre o documento académico e a obra de arte imiscuem-se. A tese é assumida como uma edição de artista em formato digital e analógico, sendo a mesma impressa e apresentada no ato público que é gravado em formato audiovisual e incorporado na versão final da tese. Por outro lado, a materialização da escultura-objecto acrescenta uma camada temática de autocensura, a qual é também tema da tese. Ambos tese-obra e escultura são objectos censurados pela artista: a tese está rasurada em diversas partes e a escultura é uma caixa fechada com o interior inacessível.
Arte / Vida; Autocensura; Processo autobiográfico; Memória; Tese / Obra;
2011
"Objecto Censurado", 2008/2011 madeira de pinho, pregos, tinta spray e cola branca; Documento da Tese
Rute Ribeiro Rosas
Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto
Artes Plásticas
"Objecto Censurado", 2008/2011 madeira de pinho, pregos, tinta spray e cola branca; Documento da Tese. Créditos da Imagem Rute Rosas
Capa da Tese 'A Autocensura como Agente Poético Processual da Criação Escultórica - Projectos, Processos e Práticas Artísticas', Rute Rosas, 2011.
Excerto da Tese 'A Autocensura como Agente Poético Processual da Criação Escultórica - Projectos, Processos e Práticas Artísticas', Rute Rosas, 2011.
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Documento Tese; Métodos; Obras de Arte Conexas; Objecto Final
A Autocensura como Agente Poético Processual da Criação Escultórica - Projectos, Processos e Práticas Artísticas
Os objectos epistémicos selecionados consistem na própria tese-obra e na materialização de uma escultura. Aqui, o limite entre o documento académico e a obra de arte imiscuem-se. A tese é assumida como uma edição de artista em formato digital e analógico, sendo a mesma impressa e apresentada no ato público que é gravado em formato audiovisual e incorporado na versão final da tese. Por outro lado, a materialização da escultura-objecto acrescenta uma camada temática de autocensura, a qual é também tema da tese. Ambos tese-obra e escultura são objectos censurados pela artista: a tese está rasurada em diversas partes e a escultura é uma caixa fechada com o interior inacessível.
Arte / Vida; Autocensura; Processo autobiográfico; Memória; Tese / Obra;
2011
Esquemas e metodologias participativas na produção de uma escultura pública. Maquetas desenvolvidas.
Ana Mena
FBAUL
Escultura
Estudos tridimensionais desenvolvidos pelo participantes. Créditos da Imagem Ana Mena
Montagem da obra final. Créditos da Imagem Ana Mena
Monumento à Cidadania, aço corten, Parque Urbano de Proença-a-Nova, 2017. Créditos da Imagem Ana Mena
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Métodos; Objecto Final
Escultura em metal no século XX : poéticas, métodos e procedimentos
O presente opjecto epistémico (OE) consiste em duas maquetas de uma obra de arte pública em Proença-a-Nova concebida através de metodologias participativas: selecção temática 'Cidadania' e desenvolvimento de desenhos e esbocetos/maquetes em conjunto/ de forma colaborativa com a população local. "A Cidadania como qualidade de cada cidadão. Para aqueles que de alguma forma contribuíram para o crescimento e desenvolvimento do concelho; para os que continuam a acreditar e trabalham todos os dias arduamente; para que todos continuem a praticar os princípios essenciais da vida em comunidade e que contribuam para uma sociedade equilibrada." [1] MENA, Ana. 'Escultura em Metal no Século XX. Poéticas, Métodos e Procedimentos'. Tese de doutoramento em Escultura. Orientação Professor Doutor José Teixeira. 2019. Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa
Arte Participativa; Arte Pública; Cidadania; Construção; Escultura; Metais;
2019
Esquemas e metodologias participativas na produção de uma escultura pública. Maquetas desenvolvidas.
Ana Mena
FBAUL
Escultura
Estudos tridimensionais desenvolvidos pelo participantes. Créditos da Imagem Ana Mena
Montagem da obra final. Créditos da Imagem Ana Mena
Monumento à Cidadania, aço corten, Parque Urbano de Proença-a-Nova, 2017. Créditos da Imagem Ana Mena
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Métodos; Objecto Final
Escultura em metal no século XX : poéticas, métodos e procedimentos
O presente opjecto epistémico (OE) consiste em duas maquetas de uma obra de arte pública em Proença-a-Nova concebida através de metodologias participativas: selecção temática 'Cidadania' e desenvolvimento de desenhos e esbocetos/maquetes em conjunto/ de forma colaborativa com a população local. "A Cidadania como qualidade de cada cidadão. Para aqueles que de alguma forma contribuíram para o crescimento e desenvolvimento do concelho; para os que continuam a acreditar e trabalham todos os dias arduamente; para que todos continuem a praticar os princípios essenciais da vida em comunidade e que contribuam para uma sociedade equilibrada." [1] MENA, Ana. 'Escultura em Metal no Século XX. Poéticas, Métodos e Procedimentos'. Tese de doutoramento em Escultura. Orientação Professor Doutor José Teixeira. 2019. Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa
Arte Participativa; Arte Pública; Cidadania; Construção; Escultura; Metais;
2019
ESistema intermedia interativo SynDyn
André Rangel
Escola das Artes - Universidade Católica Portuguesa
Ciência e Tecnologia das Artes - Arte Interactiva
Registo do sistema intermedia interativo SynDyn. Créditos da imagem André Rangel
Registo do sistema intermedia interativo SynDyn. Créditos da imagem André Rangel
Registo do sistema intermedia interativo SynDyn. Créditos da imagem André Rangel
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Conceitos Visuais; Objecto Final
Estudo particular das dinâmicas intermedia no início do século XXI
O Objecto Epistémico seleccionado consiste em imagens que documentam SynDyn, um sistema intermedia interativo onde os participantes, ao controlarem eventos audiovisuais enquanto praticam actividades físicas, se tornam duplamente performers e agentes activadores da obra. SynDyn sugere um jogo, contudo não há competição entre os participantes, fortalecendo-se o cariz autopoiético e as dinâmicas abertas do processo. Na tese de André Rangel, a metodologia de investigação baseada na prática reflexiva orienta a concepção e documentação dos sistemas intermedia interativos, nomeadamente SynDyn, enfatizando-se a documentação das várias etapas da obra no próprio processo de investigação.
Intermedia;
2014
ESistema intermedia interativo SynDyn
André Rangel
Escola das Artes - Universidade Católica Portuguesa
Ciência e Tecnologia das Artes - Arte Interactiva
Registo do sistema intermedia interativo SynDyn. Créditos da imagem André Rangel
Registo do sistema intermedia interativo SynDyn. Créditos da imagem André Rangel
Registo do sistema intermedia interativo SynDyn. Créditos da imagem André Rangel
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Conceitos Visuais; Objecto Final
Estudo particular das dinâmicas intermedia no início do século XXI
O Objecto Epistémico seleccionado consiste em imagens que documentam SynDyn, um sistema intermedia interativo onde os participantes, ao controlarem eventos audiovisuais enquanto praticam actividades físicas, se tornam duplamente performers e agentes activadores da obra. SynDyn sugere um jogo, contudo não há competição entre os participantes, fortalecendo-se o cariz autopoiético e as dinâmicas abertas do processo. Na tese de André Rangel, a metodologia de investigação baseada na prática reflexiva orienta a concepção e documentação dos sistemas intermedia interativos, nomeadamente SynDyn, enfatizando-se a documentação das várias etapas da obra no próprio processo de investigação.
Intermedia;
2014
Diário 'Silêncio - Onde andas tu?' - incorporado na tese.
Andreia Inocêncio
Colégio das Artes da Universidade de Coimbra
Arte Contemporânea
Página do diário 'Silêncio - Onde Andas Tu?'. Créditos da imagem Andreia Inocêncio
Página do diário 'Silêncio - Onde Andas Tu?'. Créditos da imagem Andreia Inocêncio
Página do diário 'Silêncio - Onde Andas Tu?'. Créditos da imagem Andreia Inocêncio
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Documento Tese; Objecto Final; Obras de Arte Conexas;
Silêncio - a procura do avesso do espaço urbano (ou do avesso de mim)
As páginas do diário são representativas do processo exploratório de campo desenvolvido pela artista durante o período específico do doutoramento. A deambulação e a errância são assumidas como parte integrante de investigação da artista. Este processo é exposto na tese através de mapas, textos poéticos e imagens das paisagens percorridas - narrativas pessoais/autobiográficas e poéticas que se entrecruzam como forma de mediação de um objectivo final: a busca do silêncio. Os caminhos percorridos abrem caminho para outras iterações: a errância, enquanto sentido de possibilidade de construção de novos caminhos artísticos e pessoais.
Caminhar; Deambular; Mapa; Natureza; Paisagem; Processo Autobiográfico; Silêncio;
2021
Diário 'Silêncio - Onde andas tu?' - incorporado na tese.
Andreia Inocêncio
Colégio das Artes da Universidade de Coimbra
Arte Contemporânea
Página do diário 'Silêncio - Onde Andas Tu?'. Créditos da imagem Andreia Inocêncio
Página do diário 'Silêncio - Onde Andas Tu?'. Créditos da imagem Andreia Inocêncio
Página do diário 'Silêncio - Onde Andas Tu?'. Créditos da imagem Andreia Inocêncio
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Documento Tese; Objecto Final; Obras de Arte Conexas;
Silêncio - a procura do avesso do espaço urbano (ou do avesso de mim)
As páginas do diário são representativas do processo exploratório de campo desenvolvido pela artista durante o período específico do doutoramento. A deambulação e a errância são assumidas como parte integrante de investigação da artista. Este processo é exposto na tese através de mapas, textos poéticos e imagens das paisagens percorridas - narrativas pessoais/autobiográficas e poéticas que se entrecruzam como forma de mediação de um objectivo final: a busca do silêncio. Os caminhos percorridos abrem caminho para outras iterações: a errância, enquanto sentido de possibilidade de construção de novos caminhos artísticos e pessoais.
Caminhar; Deambular; Mapa; Natureza; Paisagem; Processo Autobiográfico; Silêncio;
2021
'A Pesca da Lula' - narrativa em banda desenhada (livro de 65 pág., dimensões 31cmx20cm)
Daniel Silvestre da Silva
Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto
Artes Plásticas
capa do livro 'A Pesca da Lula'. Créditos da Imagem Daniel Silvestre.
Página do livro 'A Pesca da Lula'. Créditos da Imagem Daniel Silvestre.
Página do livro 'A Pesca da Lula'. Créditos da Imagem Daniel Silvestre.
Página do livro 'A Pesca da Lula'. Créditos da Imagem Daniel Silvestre.
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Conceitos Visuais; Objecto Final; Obras de Arte Conexas;
Processos de Hibridação Gráfica na Construção da Narrativa Desenhada "A Pesca da Lula"
O objecto epistémico selecionado consiste numa materialização final: uma obra artística na qual o autor parte da sua própria memória e de um conjunto de entrevistas feitas ao seu avô materno, vidas ligadas ao mar que se espelham ficcionalmente na narrativa da banda desenhada. Aqui, a metodologia empregue na tese consiste numa pesquisa contextualizada: o enquadramento histórico da temática e a referência aos respectivos pares/artistas, para depois se dar lugar ao processo de materialização do livro.
Banda desenhada; Desenho; Hibridação gráfica; Ilustração; Processo Autobiográfico;
2019
'A Pesca da Lula' - narrativa em banda desenhada (livro de 65 pág., dimensões 31cmx20cm)
Daniel Silvestre da Silva
Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto
Artes Plásticas
capa do livro 'A Pesca da Lula'. Créditos da Imagem Daniel Silvestre.
Página do livro 'A Pesca da Lula'. Créditos da Imagem Daniel Silvestre.
Página do livro 'A Pesca da Lula'. Créditos da Imagem Daniel Silvestre.
Página do livro 'A Pesca da Lula'. Créditos da Imagem Daniel Silvestre.
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Conceitos Visuais; Objecto Final; Obras de Arte Conexas;
Processos de Hibridação Gráfica na Construção da Narrativa Desenhada "A Pesca da Lula"
O objecto epistémico selecionado consiste numa materialização final: uma obra artística na qual o autor parte da sua própria memória e de um conjunto de entrevistas feitas ao seu avô materno, vidas ligadas ao mar que se espelham ficcionalmente na narrativa da banda desenhada. Aqui, a metodologia empregue na tese consiste numa pesquisa contextualizada: o enquadramento histórico da temática e a referência aos respectivos pares/artistas, para depois se dar lugar ao processo de materialização do livro.
Banda desenhada; Desenho; Hibridação gráfica; Ilustração; Processo Autobiográfico;
2019
Vídeo-Performance. Expurgar: Derivações sónicas e espaciais (2016-2021)
Dária Salgado
Colégio das Artes da Universidade de Coimbra
Arte Contemporânea
Still Frame de 'Expurgar - Derivações Sónicas e Espaciais'. Créditos da Imagem Dária Salgado
Still Frame de 'Expurgar - Derivações Sónicas e Espaciais'. Créditos da Imagem Dária Salgado
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Objecto Final; Obras de Arte Conexas;
Uma Poética da Paisagem: O Espiritual na Arte Contemporânea, Produção Artística e Fruição Estética
A instalação e filme "Expurgar: Derivações sónicas e espaciais" (2016-2021) é a materialização artística do pensamento crítico e da metodologia processoal utilizados na tese de doutoramento de Dária Salgado. A metodologia de investigação é baseada na sua prática artística, onde se desvela um universo que contém, não apenas o filme apresentado, mas também objectos em exposição (elementos recolhidos da paisagem, imagens fotográficas, desenhos), produções antológicas do trabalho da autora que nos dão pistas para o universo reflexivo e constelativo da obra de arte. Não se cingindo a um meio, a artista interliga palavra-imagem-processo como múltiplas formas de nos fazer fruir/aproximar poeticamente ao seu fazer artístico.
Espiritualidade; Paisagem; Poética; Processo Artístico;
2021
Vídeo-Performance. Expurgar: Derivações sónicas e espaciais (2016-2021)
Dária Salgado
Colégio das Artes da Universidade de Coimbra
Arte Contemporânea
Still Frame de 'Expurgar - Derivações Sónicas e Espaciais'. Créditos da Imagem Dária Salgado
Still Frame de 'Expurgar - Derivações Sónicas e Espaciais'. Créditos da Imagem Dária Salgado
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Objecto Final; Obras de Arte Conexas;
Uma Poética da Paisagem: O Espiritual na Arte Contemporânea, Produção Artística e Fruição Estética
A instalação e filme "Expurgar: Derivações sónicas e espaciais" (2016-2021) é a materialização artística do pensamento crítico e da metodologia processoal utilizados na tese de doutoramento de Dária Salgado. A metodologia de investigação é baseada na sua prática artística, onde se desvela um universo que contém, não apenas o filme apresentado, mas também objectos em exposição (elementos recolhidos da paisagem, imagens fotográficas, desenhos), produções antológicas do trabalho da autora que nos dão pistas para o universo reflexivo e constelativo da obra de arte. Não se cingindo a um meio, a artista interliga palavra-imagem-processo como múltiplas formas de nos fazer fruir/aproximar poeticamente ao seu fazer artístico.
Espiritualidade; Paisagem; Poética; Processo Artístico;
2021
Intalação Audiovisual 'Bar Huerequeque'
Felipe Arturo
Universidade de Evora - Instituto de Investigação e Formação Avançada
Investigação Artística, Media e Estudos Culturais
'Bar Huerequeque', Espacio Odeón, 2017. Créditos da Imagem Felipe Arturo
×
Argumentação; Conceitos Visuais; Métodos; Novos conceitos; Objecto Final; Obras de Arte Conexas;
Bar Huerequeque instalación audiovisual como espacio arquitectónico y escenario de actuación
O objecto epistémico (OE) seleccionado consiste na instalação audiovisual 'Bar Huerequeque' de Felipe Arturo, um ambiente expositivo e cenográfico que documenta poemas e histórias autobiográficas de Huerequeque e vídeos/documentários experimentais que enquadram a sua obra. Este OE consiste no culminar da investigação doutoral de Arturo e a respectiva tese expõe o processo que leva à concretização desta obra: a) com o levantamento de histórias e poemas de Huerequeque, entrevistas ao autor, edição e divulgação da sua obra, contribuindo para a conservação do seu legado; b) articulação com os problemas éticos colonialistas num contexto histórico extrativista do Perú, onde se estabelece interligação com Fitzcarraldo (1982) de Werner Herzog; c) concepção da instalação de Felipe Arturo. Trata-se, por isso, de uma abordagem que priveligia a investigação empírica com contextualização antropológica, ao invés de uma base teórica tradicional com revisão de literatura.
Amazonas; Fitzcarraldo; Huerequeque; Instalação audiovisual;
2021
Intalação Audiovisual 'Bar Huerequeque'
Felipe Arturo
Universidade de Evora - Instituto de Investigação e Formação Avançada
Investigação Artística, Media e Estudos Culturais
'Bar Huerequeque', Espacio Odeón, 2017. Créditos da Imagem Felipe Arturo
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Argumentação; Conceitos Visuais; Métodos; Novos conceitos; Objecto Final; Obras de Arte Conexas;
Bar Huerequeque instalación audiovisual como espacio arquitectónico y escenario de actuación
O objecto epistémico (OE) seleccionado consiste na instalação audiovisual 'Bar Huerequeque' de Felipe Arturo, um ambiente expositivo e cenográfico que documenta poemas e histórias autobiográficas de Huerequeque e vídeos/documentários experimentais que enquadram a sua obra. Este OE consiste no culminar da investigação doutoral de Arturo e a respectiva tese expõe o processo que leva à concretização desta obra: a) com o levantamento de histórias e poemas de Huerequeque, entrevistas ao autor, edição e divulgação da sua obra, contribuindo para a conservação do seu legado; b) articulação com os problemas éticos colonialistas num contexto histórico extrativista do Perú, onde se estabelece interligação com Fitzcarraldo (1982) de Werner Herzog; c) concepção da instalação de Felipe Arturo. Trata-se, por isso, de uma abordagem que priveligia a investigação empírica com contextualização antropológica, ao invés de uma base teórica tradicional com revisão de literatura.
Amazonas; Fitzcarraldo; Huerequeque; Instalação audiovisual;
2021
Intalação Audiovisual 'Bar Huerequeque'
Felipe Arturo
Universidade de Evora - Instituto de Investigação e Formação Avançada
Investigação Artística, Media e Estudos Culturais
'Bar Huerequeque', Espacio Odeón, 2017. Créditos da Imagem Felipe Arturo
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Argumentação; Conceitos Visuais; Métodos; Novos conceitos; Objecto Final; Obras de Arte Conexas;
Bar Huerequeque instalación audiovisual como espacio arquitectónico y escenario de actuación
O objecto epistémico (OE) seleccionado consiste na instalação audiovisual 'Bar Huerequeque' de Felipe Arturo, um ambiente expositivo e cenográfico que documenta poemas e histórias autobiográficas de Huerequeque e vídeos/documentários experimentais que enquadram a sua obra. Este OE consiste no culminar da investigação doutoral de Arturo e a respectiva tese expõe o processo que leva à concretização desta obra: a) com o levantamento de histórias e poemas de Huerequeque, entrevistas ao autor, edição e divulgação da sua obra, contribuindo para a conservação do seu legado; b) articulação com os problemas éticos colonialistas num contexto histórico extrativista do Perú, onde se estabelece interligação com Fitzcarraldo (1982) de Werner Herzog; c) concepção da instalação de Felipe Arturo. Trata-se, por isso, de uma abordagem que priveligia a investigação empírica com contextualização antropológica, ao invés de uma base teórica tradicional com revisão de literatura.
Amazonas; Fitzcarraldo; Huerequeque; Instalação audiovisual;
2021
Peças de teste vidros float luminescentes.
Fernando Quintas
FBAUL
Pintura
Peça de teste utilizando terras raras sob luz natural. Crédito da Imagem Fernando Quintas.
Peça de teste utilizando terras raras sob luz natural. Crédito da Imagem Fernando Quintas.
×
Conceitos Visuais; Documento Tese; Métodos; Novos conceitos; Objecto Final;
Vitral : contemporaneidade e sedução do poder
O objecto epistémico selecionado incide sobre o uso de vidro luminescente no vitral contemporâneo e em espaço público. O autor desenvolve experiências em laboratório com cientistas da unidade de investigação VICARTE para obtenção de diferentes cores e luminescências, utilizando-se terras raras, nomeadamente os lantanídeos európio, térbio, cério e disprósio. As fases do processo científico e respectivas metodologias científicas foram incorporadas na tese. A investigação de doutoramento é orientada por um artista e um cientista.
Arte e Ciência; Vitral; Vidro Float; Vidro Luminescente;
2015
Peças de teste vidros float luminescentes.
Fernando Quintas
FBAUL
Pintura
Peça de teste utilizando terras raras sob luz natural. Crédito da Imagem Fernando Quintas.
Peça de teste utilizando terras raras sob luz natural. Crédito da Imagem Fernando Quintas.
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Conceitos Visuais; Documento Tese; Métodos; Novos conceitos; Objecto Final;
Vitral : contemporaneidade e sedução do poder
O objecto epistémico selecionado incide sobre o uso de vidro luminescente no vitral contemporâneo e em espaço público. O autor desenvolve experiências em laboratório com cientistas da unidade de investigação VICARTE para obtenção de diferentes cores e luminescências, utilizando-se terras raras, nomeadamente os lantanídeos európio, térbio, cério e disprósio. As fases do processo científico e respectivas metodologias científicas foram incorporadas na tese. A investigação de doutoramento é orientada por um artista e um cientista.
Arte e Ciência; Vitral; Vidro Float; Vidro Luminescente;
2015
Livro 'Desenhos em Volta de Os Passos de Herberto Helder'
Mariana Viana
Universidade de Evora - Instituto de Investigação e Formação Avançada
Investigação Artística, Media e Estudos Culturais
Capa do Livro 'Desenhos em Volta de Os Passos de Herberto Helder', coedição Abysmo e Imprensa Nacional, 2018.
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Conceitos Visuais; Obras de Arte Conexas;Objecto Final;
Os passos em volta de Herberto Helder: a ilustração enquanto arte onírica
O objecto epistémico (OE) apresentado consiste no livro 'Desenhos em Volta de Os Passos de Herberto Helder'. Este OE consiste duplamente numa materialização de uma obra artística concebida no doutoramento e de uma iteração do livro 'Os Passos em Volta' de Herberto Helder. Nesta investigação, a artista interliga Palavra e Imagem, demonstrando-nos o percurso visual e verbal que levam à concepção da obra. A metodologia adoptada na concepção deste OE e da presente tese consiste numa articulação entre a investigação empírica e a base teórica tradicional (com revisão de literatura centrada no tema em questão).
Herberto Helder; Ilustração; Ilustração onírica; Palavra / Imagem;
2016
Livro 'Desenhos em Volta de Os Passos de Herberto Helder'
Mariana Viana
Universidade de Evora - Instituto de Investigação e Formação Avançada
Investigação Artística, Media e Estudos Culturais
Capa do Livro 'Desenhos em Volta de Os Passos de Herberto Helder', coedição Abysmo e Imprensa Nacional, 2018.
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Conceitos Visuais; Obras de Arte Conexas;Objecto Final;
Os passos em volta de Herberto Helder: a ilustração enquanto arte onírica
O objecto epistémico (OE) apresentado consiste no livro 'Desenhos em Volta de Os Passos de Herberto Helder'. Este OE consiste duplamente numa materialização de uma obra artística concebida no doutoramento e de uma iteração do livro 'Os Passos em Volta' de Herberto Helder. Nesta investigação, a artista interliga Palavra e Imagem, demonstrando-nos o percurso visual e verbal que levam à concepção da obra. A metodologia adoptada na concepção deste OE e da presente tese consiste numa articulação entre a investigação empírica e a base teórica tradicional (com revisão de literatura centrada no tema em questão).
Herberto Helder; Ilustração; Ilustração onírica; Palavra / Imagem;
2016
Fotografias dos processos de matriz em pintura.
Marta Soares
FBAUL
Pintura
Modo de fazer II, 2015. 64 Fotografias. Créditos das Imagens Edgar Massul
×
Conceitos Visuais; Métodos; Novos conceitos;
Matriz, modo de fazer
A autora debruça-se sobre a 'matriz' como 'modo de fazer' no seu projecto de investigação. Tomando como ponto de partida o contacto entre duas superfícies ‘em fresco’, novas imagens geram-se e replicam-se continuamente na transferência dos reminiscentes da imagem anterior. Do ponto de vista metodológico, Marta Soares desenvolve uma prática reflexiva que integra a) o próprio processo e b) o enquadramento conceptual com outros autores.
Matrizes; Pintura; Processo; Reprodutibilidade;
2016
Fotografias dos processos de matriz em pintura.
Marta Soares
FBAUL
Pintura
Modo de fazer II, 2015. 64 Fotografias. Créditos das Imagens Edgar Massul
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Conceitos Visuais; Métodos; Novos conceitos;
Matriz, modo de fazer/p>
A autora debruça-se sobre a 'matriz' como 'modo de fazer' no seu projecto de investigação. Tomando como ponto de partida o contacto entre duas superfícies ‘em fresco’, novas imagens geram-se e replicam-se continuamente na transferência dos reminiscentes da imagem anterior. Do ponto de vista metodológico, Marta Soares desenvolve uma prática reflexiva que integra a) o próprio processo e b) o enquadramento conceptual com outros autores.
Matrizes; Pintura; Processo;Reprodutibilidade;
2016
"Fields of chance #217", Ano: 2018, Técnica: Desenho-a-algorítmo, 420mm x 594 mm
Pedro Alegria da Silva
Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto
Artes Plásticas
"Fields of chance #217", Ano: 2018, Técnica: Desenho-a-algorítmo, 420mm x 594 mm. Créditos da Imagem Pedro Alegria
×
Conceitos Visuais; Novos conceitos; Objecto Final;
O acaso como força geradora do processo artístico
O objecto epistémico seleccionado consiste numa imagem impressa e concebida a partir de algoritmos. Este processo relaciona-se com os artistas analógicos ao introduzir o acaso e a repetição como elementos comuns entre as linguagens. Contudo, a linguagem digital assume preponderância no desenvolvimento das próprias ferramentas do artista-algorista, em vez do uso de ferramentas preexistentes. Adicionalmente, as imagens produzidas fogem às convenções típicas da arte digital, ao serem impressas, criando-se uma relação entre o observador e a obra de arte não mediada diretamente pelo meio digital. As imagens resultantes deste processo – artista-algorista – e a integração desta prática na investigação do autor marcam uma diferença significativa em relação aos processos artísticos tradicionais no contexto académico português.
Acaso; Algoritmo; Arte digital; Processo;
2022
"Fields of chance #217", Ano: 2018, Técnica: Desenho-a-algorítmo, 420mm x 594 mm
Pedro Alegria da Silva
Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto
Artes Plásticas
"Fields of chance #217", Ano: 2018, Técnica: Desenho-a-algorítmo, 420mm x 594 mm. Créditos da Imagem Pedro Alegria
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Conceitos Visuais; Novos conceitos; Objecto Final;
O acaso como força geradora do processo artístico
O objecto epistémico seleccionado consiste numa imagem impressa e concebida a partir de algoritmos. Este processo relaciona-se com os artistas analógicos ao introduzir o acaso e a repetição como elementos comuns entre as linguagens. Contudo, a linguagem digital assume preponderância no desenvolvimento das próprias ferramentas do artista-algorista, em vez do uso de ferramentas preexistentes. Adicionalmente, as imagens produzidas fogem às convenções típicas da arte digital, ao serem impressas, criando-se uma relação entre o observador e a obra de arte não mediada diretamente pelo meio digital. As imagens resultantes deste processo – artista-algorista – e a integração desta prática na investigação do autor marcam uma diferença significativa em relação aos processos artísticos tradicionais no contexto académico português.
Acaso; Algoritmo; Arte digital; Processo;
2022
Livro desenvolvido em Pós-Doc (em continuidade com a investigação de doutoramento). Caixa com objetos (artefatos) e grelha de madeira.
Sara Navarro
FBAUL
Escultura
Catálodo da exposição 'CREATIVE(UN)MAKINGS: DISRUPTIONS IN ART/ARCHAEOLOGY'. Museu Internacional de Escultura Contemporânea. Disponível em: http://miec.cm-stirso.pt/wp-content/uploads/2020/10/Doug-Bailey-Sara-Navarro.pdf
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Documento Tese; Novos Conceitos; Objecto Final; Obras de Arte Conexas
Escultura, arqueologia e museus transfigurações e mediações contemporâneas
O Objecto Epistémico (OE) seleccionado é uma escultura que reflecte uma investigação sobre o limite e a convergência de discursos entre a prática arqueológica e artística. A tese e respectivo OE articulam uma base teórica tradicional (com revisão de literatura), empírica (através da incorporação de processos de fabrico de cerâmica préhistórica) e interdisciplinar.
Arqueologia; Cerâmica; Escultura; Pré-história;
2014
Livro desenvolvido em Pós-Doc (em continuidade com a investigação de doutoramento). Caixa com objetos (artefatos) e grelha de madeira.
Sara Navarro
FBAUL
Escultura
Catálodo da exposição 'CREATIVE(UN)MAKINGS: DISRUPTIONS IN ART/ARCHAEOLOGY'. Museu Internacional de Escultura Contemporânea. Disponível em: http://miec.cm-stirso.pt/wp-content/uploads/2020/10/Doug-Bailey-Sara-Navarro.pdf
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Documento Tese; Novos Conceitos; Objecto Final; Obras de Arte Conexas
Escultura, arqueologia e museus transfigurações e mediações contemporâneas
O Objecto Epistémico (OE) seleccionado é uma escultura que reflecte uma investigação sobre o limite e a convergência de discursos entre a prática arqueológica e artística. A tese e respectivo OE articulam uma base teórica tradicional (com revisão de literatura), empírica (através da incorporação de processos de fabrico de cerâmica préhistórica) e interdisciplinar.
Arqueologia; Cerâmica; Escultura; Pré-história;
2014
Esquemas e metodologias participativas na produção de uma escultura pública. Fotografias de reuniões públicas
Sérgio Vicente
FBAUL
Escultura
Capa da Tese 'A escultura como expressão pública da cidadania : a monumentalização da cidade de Almada entre 1974 e 2013'
Excerto da Tese 'A escultura como expressão pública da cidadania : a monumentalização da cidade de Almada entre 1974 e 2013'
8ª sessão: apresentação pública no Museu da Cidade de Almada, no dia 28 de janeiro de 2012. Créditos da imagem José Esteves.
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Argumentação; Métodos; Novos Conceitos;
A escultura como expressão pública da cidadania : a monumentalização da cidade de Almada entre 1974 e 2013
Os esquemas e metodologias participativas utillizados na produção de uma escultura pública, registados aqui através de fotografias de reuniões públicas, maquetas e esquemas, são os mecanismos utilizados pelo autor para aplicação da sua metodologia para a criação de uma escultura pública. A tese contextualiza a temática no âmbito internacional e português, articulando uma base académica tradicional (com revisão de literatura e fundamentação teórica alicerçada em diversos autores) com metodologias empíricas, interdisciplinares e participativas, inéditas à data de publicação da tese no contexto da Arte Pública em Portugal.
Almada; Arte Participativa; Arte pública; Cidadania; Escultura; Identidade; Monumentos;
2016
Esquemas e metodologias participativas na produção de uma escultura pública. Fotografias de reuniões públicas
Sérgio Vicente
FBAUL
Escultura
Capa da Tese 'A escultura como expressão pública da cidadania : a monumentalização da cidade de Almada entre 1974 e 2013'
Excerto da Tese 'A escultura como expressão pública da cidadania : a monumentalização da cidade de Almada entre 1974 e 2013'
8ª sessão: apresentação pública no Museu da Cidade de Almada, no dia 28 de janeiro de 2012. Créditos da imagem José Esteves.
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Argumentação; Métodos; Novos Conceitos;
A escultura como expressão pública da cidadania : a monumentalização da cidade de Almada entre 1974 e 2013
Os esquemas e metodologias participativas utillizados na produção de uma escultura pública, registados aqui através de fotografias de reuniões públicas, maquetas e esquemas, são os mecanismos utilizados pelo autor para aplicação da sua metodologia para a criação de uma escultura pública. A tese contextualiza a temática no âmbito internacional e português, articulando uma base académica tradicional (com revisão de literatura e fundamentação teórica alicerçada em diversos autores) com metodologias empíricas, interdisciplinares e participativas, inéditas à data de publicação da tese no contexto da Arte Pública em Portugal.
Almada; Arte Participativa; Arte pública; Cidadania; Escultura; Identidade; Monumentos;
2016
“I’ve tried to erase the walls. It didn’t work.”, Ano: 2019, Material: Borrachas, Dimensões: Variáveis
Susana Rocha
FBAUL
Pintura
“I’ve tried to erase the walls. It didn’t work.”, Ano: 2019, Material: Borrachas, Dimensões: Variáveis
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Objecto Final; Obras de Arte Conexas;
Bound to Fail : O fracasso como paradoxo na arte contemporânea
“I've tried to erase the walls. It didn't work” é uma obra que regista um ação realizada, o ato de apagar uma parede. Deste modo, a disrupção, ou o erro enquanto potência artística percursora do fazer artístico é absorvida como uma fonte de inovação e criatividade, etapa fundamental do desenvolvimento da obra de arte. Por outro lado, salienta-se a desconstrução da perfeição, o imprevisível e o imperfeiro enquanto elementos que consubstanciam a obra. Deste modo, o Objecto Epistémico seleccionado reflecte a temática da tese, na qual se contextualiza o conceito de 'fracasso' numa base teórica tradicional (com revisão de literatura) e empírica.
Ansiedade; Arte Contemporânea; Fracasso; Cidadania; Projeto Plástico;
2020
“I’ve tried to erase the walls. It didn’t work.”, Ano: 2019, Material: Borrachas, Dimensões: Variáveis
Susana Rocha
FBAUL
Pintura
“I’ve tried to erase the walls. It didn’t work.”, Ano: 2019, Material: Borrachas, Dimensões: Variáveis
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Objecto Final; Obras de Arte Conexas;
Bound to Fail : O fracasso como paradoxo na arte contemporânea
“I've tried to erase the walls. It didn't work” é uma obra que regista um ação realizada, o ato de apagar uma parede. Deste modo, a disrupção, ou o erro enquanto potência artística percursora do fazer artístico é absorvida como uma fonte de inovação e criatividade, etapa fundamental do desenvolvimento da obra de arte. Por outro lado, salienta-se a desconstrução da perfeição, o imprevisível e o imperfeiro enquanto elementos que consubstanciam a obra. Deste modo, o Objecto Epistémico seleccionado reflecte a temática da tese, na qual se contextualiza o conceito de 'fracasso' numa base teórica tradicional (com revisão de literatura) e empírica.
Ansiedade; Arte Contemporânea; Fracasso; Projeto Plástico;
2020
48, Documentário, Realização Susana de Sousa Dias, Produção Ansgar Schäfer, Autoria Susana de Sousa Dias, Ano2009, Duração 92m 50s
Susana Sousa Dias
FBAUL
Multimédia
Still Frame de 48'. Susana Sousa Dias. Créditos da imagem Susana Sousa Dias.
Still Frame de 48'. Susana Sousa Dias. Créditos da imagem Susana Sousa Dias.
Still Frame de 48'. Susana Sousa Dias. Créditos da imagem Susana Sousa Dias.
Still Frame de 48'. Susana Sousa Dias. Créditos da imagem Susana Sousa Dias.
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Conceitos Visuais; Novos Conceitos; Objecto Final;
Abrir a história : a imagem de arquivo e o movimento desacelarado : um estudo teórico-prático a partir dos filmes Natureza Morta e 48
O filme "48" evidencia a articulação de teoria e praxis, elucidando não só os mecanismos de construção do filme na sua interligação com as problemáticas teóricas, mas também os métodos utilizados na resolução de problemas de foro estritamente cinematográfico.
Arquivo; Filme documentário;
2014
48, Documentário, Realização Susana de Sousa Dias, Produção Ansgar Schäfer, Autoria Susana de Sousa Dias, Ano2009, Duração 92m 50s
Susana Sousa Dias
FBAUL
Multimédia
Still Frame de 48'. Susana Sousa Dias. Créditos da imagem Susana Sousa Dias.
Still Frame de 48'. Susana Sousa Dias. Créditos da imagem Susana Sousa Dias.
Still Frame de 48'. Susana Sousa Dias. Créditos da imagem Susana Sousa Dias.
Still Frame de 48'. Susana Sousa Dias. Créditos da imagem Susana Sousa Dias.
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Conceitos Visuais; Novos Conceitos; Objecto Final;
Abrir a história : a imagem de arquivo e o movimento desacelarado : um estudo teórico-prático a partir dos filmes Natureza Morta e 48
O filme "48" evidencia a articulação de teoria e praxis, elucidando não só os mecanismos de construção do filme na sua interligação com as problemáticas teóricas, mas também os métodos utilizados na resolução de problemas de foro estritamente cinematográfico.
Arquivo; Filme documentário;
2014
Air Satellite micro Moon Gallery, 1 x 1 x 1 cm, Vidro Borossilicato, 2023
Renato Japiassú
FBAUL
Multimédia
Air Satellite micro Moon Gallery. Créditos da Imagem: Renato Japiassú
Moon Gallery. Créditos da Imagem: Moon Gallery Foundation. Disponível em: moongallery.eu
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Conceitos Visuais; Objecto Final;
PANORAMAS INTER/EXTERIORES: Instalações nómadas em vidro, escala e representação
O objeto epistémico selecionado consiste numa escultura em vidro intitulada Air Satellite Micro (1cm x 1cm x 1cm), que se encontra atualmente em órbita na Estação Espacial Internacional, e será enviada para a Lua em 2025 pelo projeto Moon Gallery (moongallery.eu). Esta obra reflete sobre a ideia de uma escultura que existe para além do planeta, ampliando os limites da arte na sua relação com o espaço e a matéria. Integra-se na investigação doutoral do artista, que desenvolve uma prática reflexiva sobre como a escala dos objectos (entre a miniatura, a escala 1:1 e o colossal) e o registo das obras influenciam a experiência do espectador.
Escala; Escultura; Instalação; Site-Specific; Vidro;
2022
Air Satellite micro Moon Gallery, 1 x 1 x 1 cm, Vidro Borossilicato, 2023
Renato Japiassú
FBAUL
Multimédia
Air Satellite micro Moon Gallery. Créditos da Imagem: Renato Japiassú
Moon Gallery. Créditos da Imagem: Moon Gallery Foundation. Disponível em: moongallery.eu
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Conceitos Visuais; Objecto Final;
PANORAMAS INTER/EXTERIORES: Instalações nómadas em vidro, escala e representação
O objeto epistémico selecionado consiste numa escultura em vidro intitulada Air Satellite Micro (1cm x 1cm x 1cm), que se encontra atualmente em órbita na Estação Espacial Internacional, e será enviada para a Lua em 2025 pelo projeto Moon Gallery (moongallery.eu). Esta obra reflete sobre a ideia de uma escultura que existe para além do planeta, ampliando os limites da arte na sua relação com o espaço e a matéria. Integra-se na investigação doutoral do artista, que desenvolve uma prática reflexiva sobre como a escala dos objectos (entre a miniatura, a escala 1:1 e o colossal) e o registo das obras influenciam a experiência do espectador.
Escala; Escultura; Instalação; Site-Specific; Vidro;
2022
Que cor tem agora o céu?, dimensões variáveis, 2010
Marta Traquino
FBAUL
Arte Pública
Marta Traquino com a colaboração dos visitantes, Que cor tem agora o céu?, Coruchéus, Lisboa, 2010, créditos da imagem Marta Traquino
Vista da instalação/ resultados da acção colaborativa, Que cor tem agora o céu?, Coruchéus, Lisboa, 2010, créditos da imagem Marta Traquino
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Argumentação; Conceitos Visuais; Novos Conceitos; Objecto Final;
SER NA CIDADE — URBANIDADE E PRÁTICA ARTÍSTICA, PERCEPÇÕES E ACÇÕES
O objecto epistémico seleccionado consiste numa acção artística colaborativa que convida os participantes a observar uma porção do céu visível pela janela e a pintar a cor apreendida. A proposta integra-se na investigação doutoral como uma experiência directa e singular do participante, salientando-se a conexão com o tempo-espaço-lugar. Na sua investigação, do ponto de vista metodológico, a artista realiza uma contextualização teórica (que integra o trabalho de diversos autores contemporâneos) e apresenta uma prática artística reflexiva, colaborativa e transdisciplinar. Do ponto de vista temático, sendo esta uma tese na especialidade de Arte Pública, Marta Traquino apresenta propostas que desafiam as noções tradicionais de permanência da obra, frequentemente associadas a monumentos e símbolos perenes que demarcam o espaço público de forma explícita. Em vez disso, as intervenções exploram possibilidades de conexão, memória e percepção através de ações subtis no lugar.
Arte Participativa; Arte Pública; Cidade; Lugar;
2012
Que cor tem agora o céu?, dimensões variáveis, 2010
Marta Traquino
FBAUL
Arte Pública
Marta Traquino com a colaboração dos visitantes, Que cor tem agora o céu?, Coruchéus, Lisboa, 2010, créditos da imagem Marta Traquino
Vista da instalação/ resultados da acção colaborativa, Que cor tem agora o céu?, Coruchéus, Lisboa, 2010, créditos da imagem Marta Traquino
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Argumentação; Conceitos Visuais; Novos Conceitos; Objecto Final;
SER NA CIDADE — URBANIDADE E PRÁTICA ARTÍSTICA, PERCEPÇÕES E ACÇÕES
O objecto epistémico seleccionado consiste numa acção artística colaborativa que convida os participantes a observar uma porção do céu visível pela janela e a pintar a cor apreendida. A proposta integra-se na investigação doutoral como uma experiência directa e singular do participante, salientando-se a conexão com o tempo-espaço-lugar. Na sua investigação, do ponto de vista metodológico, a artista realiza uma contextualização teórica (que integra o trabalho de diversos autores contemporâneos) e apresenta uma prática artística reflexiva, colaborativa e transdisciplinar. Do ponto de vista temático, sendo esta uma tese na especialidade de Arte Pública, Marta Traquino apresenta propostas que desafiam as noções tradicionais de permanência da obra, frequentemente associadas a monumentos e símbolos perenes que demarcam o espaço público de forma explícita. Em vez disso, as intervenções exploram possibilidades de conexão, memória e percepção através de ações subtis no lugar.
Arte Participativa; Arte Pública; Cidade; Lugar;
2012
Túbulo, estudos/esbocetos e escultura em aço inóxidável, 2011-2015.
Luís Afonso
Universidade de Evora - Instituto de Investigação e Formação Avançada
Artes Visuais
Estudos para elaboração de escultura cinético sonora. Créditos da imagem Luís Afonso.
Túbulo. Estudos de composição e de escala. Créditos da imagem Luís Afonso.
Túbulo. Modelo Tridimensinal da obra. Créditos da imagem Luís Afonso.
Túbulo. Materialização da obra. Tubos de Aço inóxidável espelhado. Créditos da imagem Luís Afonso.
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Argumentação; Conceitos Visuais; Novos Conceitos; Objecto Final;
A RELAÇÃO DA ESCULTURA COM O SOM: AS FORMAS, OS MATERIAIS E AS TÉCNICAS
O objeto epistémico selecionado consiste numa escultura sonora constituída por tubos de aço inoxidável e dispositivos eletrónicos que criam um campo eletromagnético sonoro ativado pela aproximação do espectador, produzindo-se um som aleatório, sem propósito musical. Esta obra resulta de uma investigação com um vasto enquadramento teórico e uma revisão de literatura que abrange materiais geradores de sonoridades, esculturas sonoras de artistas contemporâneos e a possibilidade de concepção de novas esculturas a partir de energia sonora. A pesquisa e a materialização do objecto epistémico evidenciam potencialidades pouco exploradas da escultura no domínio das artes visuais, destacando-se o potencial interdisciplinar no contexto das esculturas sonoras.
Arte Cinética; Escultura; Escultura Sonora; Som;
2015
Túbulo, estudos/esbocetos e escultura em aço inóxidável, 2011-2015.
Luís Afonso
Universidade de Evora - Instituto de Investigação e Formação Avançada
Artes Visuais
Estudos para elaboração de escultura cinético sonora. Créditos da imagem Luís Afonso.
Túbulo. Estudos de composição e de escala. Créditos da imagem Luís Afonso.
Túbulo. Modelo Tridimensinal da obra. Créditos da imagem Luís Afonso.
Túbulo. Materialização da obra. Tubos de Aço inóxidável espelhado. Créditos da imagem Luís Afonso.
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Argumentação; Conceitos Visuais; Novos Conceitos; Objecto Final;
A RELAÇÃO DA ESCULTURA COM O SOM: AS FORMAS, OS MATERIAIS E AS TÉCNICAS
O objeto epistémico selecionado consiste numa escultura sonora constituída por tubos de aço inoxidável e dispositivos eletrónicos que criam um campo eletromagnético sonoro ativado pela aproximação do espectador, produzindo-se um som aleatório, sem propósito musical. Esta obra resulta de uma investigação com um vasto enquadramento teórico e uma revisão de literatura que abrange materiais geradores de sonoridades, esculturas sonoras de artistas contemporâneos e a possibilidade de concepção de novas esculturas a partir de energia sonora. A pesquisa e a materialização do objecto epistémico evidenciam potencialidades pouco exploradas da escultura no domínio das artes visuais, destacando-se o potencial interdisciplinar no contexto das esculturas sonoras.
Arte Cinética; Escultura; Escultura Sonora; Som;
2015
Tese "Arder de Mão". João Jacinto. Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Especialidade de Desenho. 2013.
João Jacinto
FBAUL
Desenho
Capa da Tese "Arder de Mão". João Jacinto. Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Especialidade de Desenho. 2013.
Página da Tese "Arder de Mão". Desenho. João Jacinto. Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.
Página da Tese /Introdução "Arder de Mão". João Jacinto. Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. 2013.
Página da Tese /Introdução "Arder de Mão". João Jacinto. Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Especialidade de Desenho. 2013.
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A ’não objectividade’, a singularidade e o mistério do desenho e da pintura presidem a investigação artística de João Jacinto. O autor salienta o ‘fazer’, o exercício do atelier, a mão e o gesto intraduzíveis em palavras. A tese é desenvolvida com uma estrutura não linear e organiza-se em torno de uma prática reflexiva que interliga temas emergentes do pensamento pessoal do artista e de outros autores citados.
Desenho; Mistério; Prática Artística; Rosto;
2013
Tese "Arder de Mão". João Jacinto. Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Especialidade de Desenho. 2013.
João Jacinto
FBAUL
Desenho
Capa da Tese "Arder de Mão". João Jacinto. Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Especialidade de Desenho. 2013.
Página da Tese "Arder de Mão". Desenho. João Jacinto. Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.
Página da Tese /Introdução "Arder de Mão". João Jacinto. Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. 2013.
Página da Tese /Introdução "Arder de Mão". João Jacinto. Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Especialidade de Desenho. 2013.
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A ’não objectividade’, a singularidade e o mistério do desenho e da pintura presidem a investigação artística de João Jacinto. O autor salienta o ‘fazer’, o exercício do atelier, a mão e o gesto intraduzíveis em palavras. A tese é desenvolvida com uma estrutura não linear e organiza-se em torno de uma prática reflexiva que interliga temas emergentes do pensamento pessoal do artista e de outros autores citados.
Desenho; Mistério; Prática Artística; Rosto;
2013
Receita de pâte de verre e escultura concebida com esta técnica
Teresa Almeida
DeCA | UA
Estudos de Arte
Capa da Tese "O Vidro como material plástico: transparência, luz, cor e expressão". Teresa Almeida. Universidade de Aveiro. Departamento de Comunicação e Arte. Especialidade de Estudos de Arte. 2011
Página da Tese "O Vidro como material plástico: transparência, luz, cor e expressão". Teresa Almeida. Universidade de Aveiro. Departamento de Comunicação e Arte. Especialidade de Estudos de Arte. 2011
Página da Tese "O Vidro como material plástico: transparência, luz, cor e expressão". Teresa Almeida. Universidade de Aveiro. Departamento de Comunicação e Arte. Especialidade de Estudos de Arte. 2011
Página da Tese "O Vidro como material plástico: transparência, luz, cor e expressão". Teresa Almeida. Universidade de Aveiro. Departamento de Comunicação e Arte. Especialidade de Estudos de Arte. 2011
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Documento Tese; Métodos;
O vidro como material plástico: transparência, luz, cor e expressão
Os objetos epistémicos selecionados consistem numa receita de pâte de verre e numa obra concebida com esta técnica por Teresa Almeida, salientando-se o contributo científico, técnico e empírico desta tese para a comunidade artística, em particular, na área do vidro. Nesta investigação, a artista enveredou por processos de: a) reinterpretação de técnicas associadas ao vidro; b) desenvolvimento de novos materiais e saberes sobre esta matéria em articulação com cientistas, nomeadamente na área dos esmaltes luminescentes; c) partilha destas técnicas e receitas em open access, para toda a comunidade, em particular no âmbito não industrial, abrindo espaço à experimentação em contextos criativos, educativos e artesanais. Do ponto de vista metodológico, a artista focou-se numa contextualização teórica do vidro no panorama artístico de Portugal (estado da arte e revisão de literatura) focando-se, depois, na partilha do trabalho empírico (técnicas, processos e obras artísticas em vidro luminescente, kiln casting, patê de verre, sandcasting, fusing, slumping).
Pâte de verre; Vidro; Vidro Luminescente; Vitral;
2011
Receita de pâte de verre e escultura concebida com esta técnica
Teresa Almeida
DeCA | UA
Estudos de Arte
Capa da Tese "O Vidro como material plástico: transparência, luz, cor e expressão". Teresa Almeida. Universidade de Aveiro. Departamento de Comunicação e Arte. Especialidade de Estudos de Arte. 2011
Página da Tese "O Vidro como material plástico: transparência, luz, cor e expressão". Teresa Almeida. Universidade de Aveiro. Departamento de Comunicação e Arte. Especialidade de Estudos de Arte. 2011
Página da Tese "O Vidro como material plástico: transparência, luz, cor e expressão". Teresa Almeida. Universidade de Aveiro. Departamento de Comunicação e Arte. Especialidade de Estudos de Arte. 2011
Página da Tese "O Vidro como material plástico: transparência, luz, cor e expressão". Teresa Almeida. Universidade de Aveiro. Departamento de Comunicação e Arte. Especialidade de Estudos de Arte. 2011
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Documento Tese; Métodos;
O vidro como material plástico: transparência, luz, cor e expressão
Os objetos epistémicos selecionados consistem numa receita de pâte de verre e numa obra concebida com esta técnica por Teresa Almeida, salientando-se o contributo científico, técnico e empírico desta tese para a comunidade artística, em particular, na área do vidro. Nesta investigação, a artista enveredou por processos de: a) reinterpretação de técnicas associadas ao vidro; b) desenvolvimento de novos materiais e saberes sobre esta matéria em articulação com cientistas, nomeadamente na área dos esmaltes luminescentes; c) partilha destas técnicas e receitas em open access, para toda a comunidade, em particular no âmbito não industrial, abrindo espaço à experimentação em contextos criativos, educativos e artesanais. Do ponto de vista metodológico, a artista focou-se numa contextualização teórica do vidro no panorama artístico de Portugal (estado da arte e revisão de literatura) focando-se, depois, na partilha do trabalho empírico (técnicas, processos e obras artísticas em vidro luminescente, kiln casting, patê de verre, sandcasting, fusing, slumping).
Pâte de verre; Vidro; Vidro Luminescente; Vitral;
2011
Manifesto Artístico "O Artista pela voz do Artista", de Francisco Lima
Francisco Cardoso Lima
DeCA | UA
Estudos de Arte
Capa da Tese "O artista pelo artista na voz do próprio". Francisco Lima. Universidade de Aveiro. Departamento de Comunicação e Arte. Especialidade de Estudos de Arte. 2015
Página do Manifesto Artístico "O Artista pela voz do Artista", de Francisco Lima
Página do Manifesto Artístico "O Artista pela voz do Artista", de Francisco Lima
Página do Manifesto Artístico "O Artista pela voz do Artista", de Francisco Lima
Página do Manifesto Artístico "O Artista pela voz do Artista", de Francisco Lima
Página do Manifesto Artístico "O Artista pela voz do Artista", de Francisco Lima
Página do Manifesto Artístico "O Artista pela voz do Artista", de Francisco Lima
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Argumentação;
O artista pelo artista na voz do próprio
O objecto epistémico selecionado consiste no manifesto artístico “O Artista pelo Artista” enquanto exercício de reflexão autoral ancorada num conjunto de entrevistas realizadas por Francisco Lima a artistas plásticos portugueses, salientando-se intencionalmente a própria voz dos criadores, ao invés de críticos de arte, curadores, historiadores, entre outros teóricos que refletem sobre arte ou sobre o fazer artístico. Do ponto de vista metodológico, a investigação assenta numa abordagem empírica qualitativa, centrada na análise das entrevistas e no desenvolvimento de um trabalho prático que integra o manifesto referido e uma obra de caráter processual, “Prática Artística Enquanto Ferramenta de Higiene Pessoal“, composta por imagens fotográficas que exploram objetos associados a hábitos de higiene quotidiana, estabelecendo uma correspondência simbólica entre a prática reflexiva e a intimidade.
Escrita Autoral; Manifesto Artístico; Prática Reflexiva; Processo Artístico;
2013
Manifesto Artístico "O Artista pela voz do Artista", de Francisco Lima
Francisco Cardoso Lima
DeCA | UA
Estudos de Arte
Capa da Tese "O artista pelo artista na voz do próprio". Francisco Lima. Universidade de Aveiro. Departamento de Comunicação e Arte. Especialidade de Estudos de Arte. 2015
Página do Manifesto Artístico "O Artista pela voz do Artista", de Francisco Lima
Página do Manifesto Artístico "O Artista pela voz do Artista", de Francisco Lima
Página do Manifesto Artístico "O Artista pela voz do Artista", de Francisco Lima
Página do Manifesto Artístico "O Artista pela voz do Artista", de Francisco Lima
Página do Manifesto Artístico "O Artista pela voz do Artista", de Francisco Lima
Página do Manifesto Artístico "O Artista pela voz do Artista", de Francisco Lima
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Argumentação;
O artista pelo artista na voz do próprio
O objecto epistémico selecionado consiste no manifesto artístico “O Artista pelo Artista” enquanto exercício de reflexão autoral ancorada num conjunto de entrevistas realizadas por Francisco Lima a artistas plásticos portugueses, salientando-se intencionalmente a própria voz dos criadores, ao invés de críticos de arte, curadores, historiadores, entre outros teóricos que refletem sobre arte ou sobre o fazer artístico. Do ponto de vista metodológico, a investigação assenta numa abordagem empírica qualitativa, centrada na análise das entrevistas e no desenvolvimento de um trabalho prático que integra o manifesto referido e uma obra de caráter processual, “Prática Artística Enquanto Ferramenta de Higiene Pessoal“, composta por imagens fotográficas que exploram objetos associados a hábitos de higiene quotidiana, estabelecendo uma correspondência simbólica entre a prática reflexiva e a intimidade.
Escrita Autoral; Manifesto Artístico; Prática Reflexiva; Processo Artístico;
2013
Ficha Tecnica
Investigadores (afilição institucional no momento da integração no projeto):
Helena Elias (PI), Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Unidade de Investigação VICARTE;
Sofia Ponte (CO-PI), IADE – Universidade Europeia, Unidade de Investigação ID+;
Beatriz Cantinho, Escola das Artes da Universidade de Évora, Unidade de Investigação CHAIA. Membro colaborador CIAC;
João Castro Silva, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Centro de Investigação CIEBA;
Fernando Flores Moletta (Bolseiro de Investigação), Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa;
Jorge Marques, Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto, Unidade de Investigação i2ADS;
Margarida Alves, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Centro de Investigação CIEBA;
Pedro Cardoso, Universidade de Aveiro; Unidade de Investigação DigiMedia;
Sonia Rafael, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Unidade de Investigação ITI LARSyS;
Sofia Alexandre (Bolseira de Investigação), Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa;
Curadoria e Levantamento de Dados:
Helena Elias (PI), Sofia Ponte (CO-PI), Beatriz Cantinho, João Castro Silva, Fernando Flores Moletta, Jorge Marques, Margarida Alves, Pedro Cardoso;
Co-Coordenação do Website:
Sónia Rafael, Helena Elias, Margarida Alves, João Castro Silva;
Webdesign (concepção e implementação / programação):
Sofia Alexandre, contacto: sofia2000alexandre@gmail.com;
Emerging Matters e ArC
EMERGING é um projeto de investigação que aborda a produção artística no âmbito da investigação académica. Pretende, por um lado, mapear o que tem sido a formação e desenvolvimento da investigação artística realizada no seio do Ensino Superior Artístico em Portugal, e, por outro, oferecer as bases de uma coleção de arte académica que emerge da produção de investigação artística no Ensino Superior Artístico, como são as teses de doutoramento teórico-práticas ou trabalhos artísticos enquadrados em trabalho pós-doutoral.
A proposta de coleção ArC nasce assim de um desejo, de uma circunstância e de uma revelação. O desejo de encontrar expedientes mais visíveis para a facilitar a pesquisa na formação avançada da área artística e a circunstância de haver mais de 60 entradas de teses teórico-práticas nos repositórios universitários portugueses, constituindo uma impressionante base empírica para dar a conhecer o ecossistema da investigação artística em Portugal. Acresce ainda que a quantidade de teses e pós- docs registados, é superior em relação a outras congéneres instituições do ensino artístico europeu, o que motivou também a necessidade de tornar emergente este trabalho reflexivo.
ARc é fruto da recolha de uma equipa pluridisciplinar em artes visuais, que reunida em grupos de instituições e respectivos centros de investigação, pesquisaram os documentos de teses teórico-práticas publicadas entre 2011-2022. Tendo em conta um enquadramento teórico que tem por base leituras de Barbara Bolt, Candy & Edmonds, Gray et al, partimos da definição de art based research, objetos epistémicos e da produção de artefactos adaptada à infraestrutura portuguesa que assiste ao treino e apoio da investigação artística e ao seu desenvolvimento (as instituições que supervisionam os doutoramentos em artes e os respetivos centros de investigação).
Com efeito, o problema sobre o que é a investigação artística e como se manifesta no ensino superior artístico, só se colocou depois das reformas institucionais ao nível do terceiro ciclo, que tiveram sobretudo lugar na Europa, após a implementação do tratado de Bolonha. Exemplos de modelos de investigação artística e seus ecossistemas começam então a emergir em diversos circuitos artísticos, da prática artística enquanto processo metodológico e resultado. Desde 2011 que as escolas e faculdades das universidades portuguesas legitimam investigação cuja produção é representada pela prática individual do artista e suas reflexões que se estendem ao espaço da sua relação com a própria academia. A instituição de Centros de Investigação ou as bolsas individuais atribuídas em arte pela Fundação da Ciência e Tecnologia, começam a trilhar uma infraestrutura institucional de investigação artística.
O enquadramento da ARc
Questionar o que é a investigação artística e como se manifesta, se a considerarmos no enquadramento da art-based research, começa com o problema da existência de um artefacto (Candy e Edmonds 2018) seja ele uma e escultura, um desenho, vídeo, livro de artista, fotografia ou site, entre outros, enquadrado nos resultados da investigação. Tomamos aqui a posição da arte baseada na prática artística, que apresenta como caminho e resultado, artefactos produzidos e que são elementos que podem ter um papel relevante na transferência de conhecimento na esfera artística e noutros domínios de conhecimento, tal como Gray et al. (2018) afirmam acerca das “coisas epistémicas”, que emergem no decurso da exibição (não exposição) do trabalho em curso da investigação artística académica realizada.
O mapeamento de objectos epistémicos em potência: agora e depois
O mapeamento da ARc foi organizado em três tipologias não estanques e que se contaminam por vezes. Discursos, Iterações e Materializações é parte visível dos resultados do projeto, que nos permitiu reunir o conjunto possível de elementos aqui propostos, a partir do que a equipa do EMERGING definiu como o que especulativamente poderiam ser objetos epistémicos – emanados da análise multimodal dos pdfs das teses de doutoramento e relatórios pós doc. A baliza temporal apresentada (2011-2022) é apenas um ponto de partida, já que parte da colecta empírica do projecto. Nesta fase, a plataforma ARc apresenta um núcleo inicial de 28 autores, uma seleção que ainda não reflete as mais de 60 teses teórico-práticas analisadas pela equipa EMERGING. No entanto, a plataforma foi concebida para que seja expandida à medida que novas entradas serão publicadas nos repositórios das Universidades respetivas, funcionando assim plenamente como uma ferramenta de partilha e disseminação dessas investigações, dos objetos epistémicos que constituem a coleção e dos respetivos autores, além de oferecer apoio metodológico a futuros investigadores em artes e áreas afins. Este será um desafio futuro, mas também uma oportunidade para a equipa trabalhar e desenhar uma nova colaboração.
Plataforma ARc: O que são discursos, iterações e materializações? Instruções para uso
A ARc apresenta três possibilidades tipológicas de leitura de potenciais objetos epistémicos: Discursos, Iterações e Materializações. Uma relação que não foi pacífica e a pluralidade de discursos mostra os desvios, contornos, assentamentos, apropriações, paralelismos, simbioses, incorporações, afinamentos, ou desafios aos formatos das teses e a retórica da investigação académica. Em termos de navegação, a plataforma apresenta-se em dois modos distintos. O primeiro é um espaço sideral, no qual o utilizador pode explorar livremente, aproximar- se ou afastar-se dos elementos e deslocar-se pelo espaço, selecionando os conceitos e respetivos autores que emergem das três constelações: ‘Discursos’, ‘Iterações’ e ‘Materializações’. A pesquisa torna-se um exercício de descoberta e ‘reverie’. O segundo modo, mais clássico e estruturado, dispõe de um menu superior organizado numa lógica de árvore. Neste menu, o utilizador pode selecionar ‘Discursos’, ‘Iterações’ ou ‘Materializações’, ou ainda as três possibilidades em conjunto. Em seguida, pode escolher um tema e os respetivos autores que o trabalharam, chegando, por fim, à página de cada autor. Dentro de cada página de autor, é possível visualizar os objetos epistémicos, as diferentes possibilidades tipológicas de leitura, as metodologias desenvolvidas pelo autor na sua investigação e, ainda, o link para a tese. A proposta leva em conta que, não apenas deveremos considerar o objecto final artístico, mas também o enriquecimento metodológico para a própria
Discursos enfatiza o diálogo que os artistas estabelecem com a própria natureza teórico-prática do trabalho académico e possibilidades de disseminação no próprio corpo físico-material do documento escrito – a tese, que considerámos uma materialização multimodal (o texto escrito, a página, o esquema visual, o encadeamento dos conteúdos, a separação ou forma de junção entre texto escrito, texto visual, hipertexto, é tão matéria quanto o resultado e a sua conclusão). Por vezes exprimem caminhos metodológicos em alternativa à retórica académica, uma escrita performativa em diálogo com referências teóricas e em relação ao seu trabalho de performance, sendo o documento de tese um objecto epistémico por si. Há também formas performáticas na reflexão sobre a produção artística neste contexto, através de diálogos entre literaturas, curadorias partilhadas, multidimensionais, digital ou física, envolvendo perspectivas feministas. Nesta tipologia, emergem também teses com um teor crítico em relação ao academicismo convencional, as quais excluem a centralidade da revisão de literatura e do estado da arte nas suas investigações doutorais, recusam a descrição e análise crítica do próprio processo criativo e reivindicam a presença do mistério e da intuição como elementos fundamentais da investigação artística. Deste modo, exploram abordagens mais subjetivas, narrativas autobiográficas ou construções discursivas pessoais. A constelação Discursos não é estanque e é compaginável com iterações e materializações. Há também trabalhos que incorporam iteração e materialização, quando dão conta da construção de um pensamento artístico sobre a própria circunstância do ato de criar enquanto ato de investigar e expor o trabalho em circuitos profissionais.
Iterações propõe uma ênfase nos caminhos tomados no âmbito da prática artística enquanto investigação e proporciona possibilidades metodológicas, e que, por porventura, podem alavancar o começo de outra pesquisa. Neste contexto, estão obras conexas ao fio central de investigação proposto, de derivação e reconfiguração de processos, métodos ou formatos. Estão assim neste alinhamento formas de pensar a investigação, visualidades processuais como atlas visuais, diagramas, imagens baseadas na documentação de acções, diários e livros de artista, que derivados de um processo de maturação artístico, tornam-se também materializações.
O núcleo Materializações mostra um corpo de trabalho artístico que se expõe como artefacto terminal, marcando igualmente um acrescento – um excesso, em relação ao documento da tese ou da pesquisa pós-doutoral, que por vezes se autonomiza do próprio campo da escrita, sem deixar, no entanto, de ser compaginável com o argumento e posicionamento do artista. Com Materializações voltamos à evidência do artefacto, aquilo que originou a pergunta, ‘isto é investigação?’, e que deu corpo a uma extensa literatura crítica sobre os trabalhos de arte no âmbito da investigação académica, mas também a uma extensa produção artística que é urgente nutrir.